
Sangue no Pescoço do Gato, de Werner Fassbinder. 10 a 18 de Julho, 21h30, na Oficina Municipal de Teatro.
3º ano do Curso de Teatro e Educação da ESEC / O Teatrão

Sangue no Pescoço do Gato, de Werner Fassbinder. 10 a 18 de Julho, 21h30, na Oficina Municipal de Teatro.
3º ano do Curso de Teatro e Educação da ESEC / O Teatrão

Objecto Estranho. Exposição colectiva de Ana Batel (pintura), Luis Filipe Rocha (instalação) e Paulo Abrantes (fotografia), inserida nos Caminhos do Cinema Português - 18 a 26 de Abril.
A Magia regressa à RTP a 8 de Março
Domingos | Canal 1 | 22h30

Sobre a exposição Fotografia Táctil. Revista Super Foto Prática edição de Fevereiro 2009.

Exposição Fotografia Táctil no Centro Cultural do Entroncamento, até 11 de Janeiro.
Fotografias do workshop pertenças do Entroncamento On-line.

No âmbito do projecto DEVIR 2009, a Câmara Municipal do Entroncamento inaugura dia 3 Janeiro a exposição de fotografias em relevo, intitulada Fotografia Táctil. Esta singular mostra vai estar patente na Galeria Municipal do Entroncamento, no Centro Cultural, até ao dia 11 de Janeiro de 2009, nos dias úteis das 15h30m às 17h30m e nos fins de semana das 15 às 18 horas.
INFORMAÇÃO TÁCTIL NOS MUSEUS E CENTROS DE CIÊNCIA.
Fotografia Táctil de 29 de Setembro a 9 de Outubro de 2008, Pavilhão do Conhecimento (cartaz-pav-conhecimento).

Street Magic World Festival / 26 a 31 Agosto 2008
Desafiar a capacidade de sonhar é tarefa grata à Arte Mágica. Converter em realidade, ainda que por uns instantes, os sonhos do Homem, é missão exemplarmente conseguida pelos criadores de ilusões.
LISBOA MÁGICA celebra esta Arte em todo o seu esplendor. Alguns dos melhores mágicos do mundo têm encontro marcado consigo. Esperamos por si…
Luís de Matos (Direcção Artística)


“A fotografia começou bem, com o abrir de uma janela. Não julgo que seja uma coincidência simbólica o facto das fotografias mais antigas que sobrevivem serem fotografias de janelas. A famosa heliografia de Nicéphore (um nome que significa «portador de vitória») Niépce (1765-1833), de 1826 (?), mostra a vista da janela do estúdio do inventor, na sua propriedade Le Gras em saint-Loup-Verennes – uma paisagem pré-cubista, ou pelo menos «cloisonné», com as triangulações de telhados e sombras. (…)

A fotografia foi inventada para servir as artes e a ciência como um Janus de duas caras; marcada pela ambiguidade, nasceu como ciência e cresceu como arte. Talbot tinha uma frustrante negação para o desenho, e por isso se entregou devotadamente à pesquisa de um processo fotogénico permanente; a luz, esse «lápis da natureza», seria o substituto da sua mão desajeitada. Mas uma vez inventada, a fotografia foi logo posta por Talbot ao serviço das causas técnicas, por exemplo auxiliar na decifração de textos cuneiformes do British Museum, em que estava envolvido.
Das obras de Niépce e Daguerre praticamente nada resta, e o que se conhece surpreende mais pelo milagre da técnica do que pela qualidade estética. O primeiro fotógrafo – artista francês foi, indubitavelmente, Bayard. Ignorado pelas entidades oficiais que em 1839 proclamavam a descoberta da fotografia, Bayard destilou o seu rancor num soberbo auto-retrato (1840) que o representa semi-nú, como o cadáver de um afogado. O humor negro é acentuado pela legenda: O governo que deu demasiado ao sr Daguerre, nada fez pelo sr Bayard e o infeliz afogou-se”.
(Excertos do texto de Jorge Calado publicado na Revista Expresso de 7 de Outubro de 1989)

“Se pudesse contar a história com palavras, não precisava de arrastar comigo uma máquina fotográfica”. Lewis Hine

Caminhos_15 Anos de Memorias
21 a 25 de Maio das 10:00 às 24:00
Foyer e Sala Verde TAGV